Não se esqueça de acertar o relógio: ponteiros adiantam uma hora na próxima madrugada
Em Portugal continental e na Madeira, quando for 01h00, os ponteiros do relógio devem avançar 60 minutos, passando para as 02h00
Com o mês de Março a chegar ao fim, já em tempo de primavera, os dias vão tornando-se mais longos. E, tal como já é habitual, regressa também o horário de verão: os relógios vão adiantar uma hora na próxima madrugada, deste Sábado para Domingo.
Em Portugal continental e na Madeira, quando for 01h00, os ponteiros do relógio devem avançar 60 minutos, passando para as 02h00. Já nos Açores, a mudança de hora acontece às 00h00 de Domingo, passando a ser 01h00.
Esta mudança de hora marca o fim do horário de inverno e o regresso do horário de verão. Com os relógios a adiantarem uma hora, vai dormir menos uma hora no Domingo, mas os dias vão ficar cada vez “mais longos” e com mais horas de luz natural ao final da tarde.
A hora voltará a mudar a 25 de Outubro de 2026, regressando ao horário de inverno.
A Comissão Europeia considera que alcançar um consenso para acabar com a mudança da hora “ainda é possível” e vai apresentar um estudo nesse sentido este ano, com os Estados-membros a manifestarem-se disponíveis para analisá-lo assim que for entregue.
Em Setembro de 2018, a Comissão Europeia propôs o fim do acerto sazonal, mas o processo tem estado bloqueado desde então, por falta de acordo entre os Estados-membros sobre a matéria.
Para o processo poder avançar, contudo, é preciso que o Conselho da União Europeia (UE), que representa os governos dos Estados-membros, volte a pôr este assunto em cima da mesa e tente chegar a um consenso, tarefa que, neste momento, cabe a Chipre, que assume até Junho a presidência rotativa da instituição.
Em 2019, o Parlamento Europeu votou a favor do fim da mudança horária até 2021, na sequência de uma consulta pública da Comissão Europeia, em que 84% dos 4,6 milhões de inquiridos manifestaram essa posição. No entanto, a medida nunca avançou por falta de consenso no Conselho da União Europeia, onde os ministros dos estados-membros não concordaram numa posição comum própria para responder à proposta legislativa.
